A solidão me corrói
Os ponteiros no relógio
Batem como sino em meus ouvidos
As cicatrizes em meus pulsos
Mostram-me a desilusão
Um ato de desespero pra libertar minh'alma
Dessa viagem sem volta
Amigos que nunca tive
O amor prometido nunca sentido
Ignorada a vida inteira
Por quem me trouxe à existencia
Acolhida por aqueles
À quem interessava minha dependência
Um veneno disfarçado em prazeres
O que corre em minhas veias é a mistura de ódio e ácido
salve-me
Nenhum comentário:
Postar um comentário