quinta-feira, 12 de março de 2009

Daqui pro futuro.

Pensamentos de como seria se fosse o que não sou.

Ou de quem serei daqui pro futuro.

Observando as palavras de uma garota de 14 (quase 15) anos, que pensa e se preocupa muito com seu futuro profissional, levei a pensamento que não me preocupo com o meu.

Um choque?

Claro que não!

Há anos isso não é nenhuma novidade.

Mas e aí?

O que farei daqui pro futuro?

Faculdade? Emprego fixo e prazeroso? Constituir família?

Ter casa? Carro? E mais milhares de coisas?

O que espero e almejo não é isso.

Sinto decepcionar.

Não que eu não queira tudo isso.

O meu desejo é me encontrar e preencher o vazio ainda existente.

O que virá depois, se for o que esperam que eu tenha algum dia, será apenas consequencia.

O que me importa é apenas o motivo da minha existencia, esse vazio, isso que me proporciona a tentar distinguir o que deve ser feito, certo ou não.

Qual será esse motivo?

Esse questionamento é o mais profundo que posso chegar nessa explanação chamada futuro.

Se pensar demais vai dar erro nessa estúpida rede neural.

Talvez por raiva, ou falta de informação.

Melhor deixar assim mesmo.

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