Não, o título não se refere à crença de reencarnação. Nem à psicografia.
Apenas se refere à textos meus de um tempo tão longínquo que chega até ser outra vida, um outro eu.
Algo daquela que tem 14 anos, que ri, que chora, e que diz: Eu vou ser!
Aquela que estuda e pensa em fazer faculdade de agronomia.
Aquela que tem clubinho, que masca baba de bruxa, que se irrita facilmente com as amigas e acaba brigando, mas sabe que não viveria sem elas.
Que pensa em realizar seus sonhos num espaço de tempo minúsculo.
Que sonha muito ao ponto de confundir com a realidade.
Aquela, aquela lá! Que tinha em seu pai um homem íntegro, e em sua mãe uma mulher incomparável. Tendo neles as figuras de segurança e compreensão.
Ótimos tempos aqueles!
Sempre diziam pra eu mudar, e quando mudei: não gostaram do que me transformei!
Disseram que não soube amadurecer, que me afastei de meus ideais de vida (quais?), que me perdi no caminho...
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Esse post tomou outro rumo.
Completamente revelador! (Isso não significa que vou deixar de postar!)
Acho que os textos vão ficar pra depois!
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