Lendo Khalil Gibran (favorito!), tento enxergar se há algo biográfico em seus textos.
A conclusão? Ainda não tive.
Mas tenho em minha mente que tudo o que se vive se faz saber pelo que escrevemos.
E tudo o que escrevemos vem daquilo que vivemos.
Nem sempre de forma direta, pois também tem os elementos imaginados.
Como na nossa memória, que os fatos antigos nunca são lembrados como realmente são.
Os momentos vem sempre com um novo prisma.
São as nossas percepções com um pouco de sonho.
São os nossos sonhos com um pouco de percepção.
Afinal, se ficarmos apenas na imaginação a vida não será, deveras, vivida.
E se apenas vivermos sem um mínimo de imaginação, a vida não terá graça.
Preciso ler um pouco mais de Khalil, quem sabe ele não deixou algumas pistas de sua personalidade e vivência?
(Assim como eu, que sempre deixo pedaços meus espalhados por aqui).
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